Quackwatch em português 

Mais Truques Que Podem Enganá-lo

Stephen Barrett, M.D.
Victor Herbert, M.D., J.D.
 

Divulgadores dos "métodos alternativos" estão chamando a atenção das pessoas através de emoções. O que vende não é a qualidade de seus produtos, mas a habilidade em influenciar seu público. Suas estratégias básicas são prometer o impossível e criticar a "competição". Para todos, prometem uma saúde melhor e uma vida mais longa. Oferecem soluções para virtualmente todo problema de saúde, incluindo alguns que inventaram. Para aqueles que sentem dores, prometem alívio. Para os incuráveis, oferecem esperança. Para os que se preocupam com a nutrição, dizem, "Assegure-se de ter o suficiente". Para um público preocupado com a poluição, dizem, "Comprem produtos naturais". Para as doenças accessíveis a medicina científica, oferecem "alternativas não tóxicas, mais seguras". E eles possuem um arsenal de truques para se defenderem contra as críticas. Para ganhar sua fidelidade não é necessário persuadi-lo de que todas as declarações abaixo são verdadeiras. Apenas uma pode ser suficiente para fisgá-lo. 

"Nós realmente nos importamos com você!"

Apesar do "se importar com " possa oferecer um poderoso estímulo psicológico, não fará com que um tratamento inútil se torne eficaz. Pode também encorajar uma confiança exagerada em uma forma de terapia inapropriada. 

"Nós tratamos o paciente por inteiro."

Não há nada de errado em dar atenção apropriada ao estilo de vida e interesses sociais e emocionais de um paciente em adição aos problemas físicos. Na verdade, bons médicos sempre fazem isso. Hoje, todavia, a maioria dos profissionais que se rotula como "holístico" está engajado no charlatanismo e adota o termo como uma estratégia de marketing. Poucos realmente "tratam o paciente por inteiro".

"Sem efeitos colaterais." 

Métodos "alternativos" são freqüentemente descritos como mais seguros, mais brandos e/ou sem efeitos colaterais. Se isso fosse verdade -- e freqüentemente não é -- seus "remédios" seriam fracos demais para terem qualquer efeito. Qualquer medicação potente o suficiente para auxiliar as pessoas, será potente o suficiente para causar efeitos colaterais. A aprovação do FDA exige evidência de que a probabilidade de benefício exceda de longe o provável dano.

"Nós atacamos a causa da doença."

Os charlatães alegam que o quer que façam não apenas curará as doenças mas também prevenirá problemas futuros. Esta alegação é falsa. Doenças podem resultar de muitos fatores, tanto internos como externos, alguns dos quais foram identificados e outros são desconhecidos. A assistência médica científica pode prevenir certas doenças e reduzir a probabilidade de vir a ter várias outras. 

"Nós tratamos os fracassos da medicina".

É freqüentemente sugerido que as pessoas buscam as "alternativas" porque os médicos são rudes e que se fossem mais atenciosos, seus pacientes não procurariam os charlatães. Realmente isso ocorre algumas vezes, mas a maior parte do charlatanismo envolvido com produtos nutricionais não envolve assistência por um médico. Culpar os médicos pela persistência do charlatanismo é como culpar os astrônomos pela popularidade da astrologia. Algumas necessidades das pessoas excedem aquilo que a assistência médica ética e científica pode oferecer. Alguns nutrem antagonismos arraigados em relação a assistência médica e o conceito de um método científico. Mas a razão principal do sucesso do charlatanismo é sua habilidade em seduzir pessoas insuspeitas, crédulas ou desesperadas. Há alguns anos, uma pesquisa realizada na Nova Zelândia descobriu que a maioria dos pacientes com câncer que utiliza as terapias "alternativas" estava satisfeita com sua assistência médica e via a assistência "alternativa" somente como um suplemento [1]. Um estudo mais recente descobriu que somente 4,4% dos entrevistados relataram contar com as terapias alternativas como o atendimento principal. O autor concluiu: 

Juntamente devido ao fato de serem mais educados e por estarem em um estado mais precário de saúde, a maioria dos usuários da medicina alternativa parece estar fazendo isso não tanto como resultado de uma insatisfação com a medicina convencional, mas em grande parte porque julgam que esses tratamentos alternativos são mais congruentes com seus próprios valores, crenças e orientações filosóficas em relação a saúde e a vida [2].

"Pense positivo!"

A maioria dos promotores do charlatanismo sugerem que a utilização de seus métodos oferecerá benefícios mentais que transcendem as propriedades físicas de seus remédios. Isso é tipicamente descrito em termos como "interação mente/corpo," "mente sobre a matéria" ou o poder do pensamento positivo. Uma atitude positiva pode tornar as pessoas mais aptas a agirem de acordo com um regime de tratamento eficaz. Contudo, contrário a "sabedoria popular", existe pouca evidência científica que o otimismo ou a fé em um tratamento faça com que as pessoas vivam mais ou recuperem-se mais rápido de uma doença. Mesmo se fosse, não superaria os perigos de confiar em alguém que não mereça nossa confiança.  

"Não percam o bonde da história."

Charlatães e empurradores de vitaminas usam diversas estratégias para alegar que seus métodos são populares (o que pode ou não ser verdade), que a popularidade é um sinal da eficácia (o que é freqüentemente inverídico), e que deste modo você deveria experimentá-los. A alegação de popularidade pode envolver endossos ou testemunhos (que são inerentemente enganosos) ou estatísticas (que são tipicamente inflacionadas). As estatísticas podem incluir o número de consumidores que supostamente usaram um método, quanto tempo o método está em uso, o número de praticantes que o administram e/ou o período de tempo que um praticante ou suas instalações estão nos negócios. 

"Testado pelo tempo" ou "Usado por séculos!"

Este truque sugere que o período de tempo que um remédio tem sido utilizado é um parâmetro de sua eficácia. Seus promotores implicam que se o remédio não funcionasse, não continuaria disponível. Alguns promotores alegam (algumas vezes sinceramente, outras não) que seus métodos foram passados de geração a geração, estão impregnados da sabedoria popular, foram extraídos de escrituras antigas, ou coisa parecida. A falsidade deste truque é facilmente identificada ao notar que a astrologia sobreviveu por milhares de anos sem nenhuma evidência plausível de qualquer validade. Note, também, que muitos métodos genuínos sobreviveram por curtos períodos de tempo porque foram substituídos por outros mais eficazes. 

"Respaldado por estudos científicos"

Uma vez que a maioria das pessoas julgam a evidência científica como um algo a mais, promotores não científicos alegam terem uma evidência quando na verdade não têm. Seus textos podem listar dezenas ou mesmo centenas de publicações que supostamente apóiam o que dizem. Mas as referências que citam podem ser impossíveis de se localizar, mal interpretadas, desatualizadas, irrelevantes, inexistentes e/ou baseadas em pesquisas mal conduzidas. O exemplo clássico é o livro Let's Get Well de Adelle Davis, que lista 2402 referências. Muitas não apóiam seus pontos de vista e algumas nem mesmo estão relacionadas com a passagem na qual foram citadas. O que deveria valer não é o número de referências mas sim sua qualidade e relevância -- o que o leitor comum achará difícil ou impossível de julgar. Quando conversam com especialistas, os charlatães podem admitir que "alguns aspectos daquilo que fazemos não são bem compreendidos," assim implicam que outros aspectos estão solidamente fundamentados e o resto eventualmente será substanciado. 

"Tome  o controle sobre sua saúde!"

Este é provavelmente o slogan mais poderoso do saco de truques do charlatão. As pessoas geralmente gostam de sentir que estão no controle de suas vidas. Os charlatães tiram vantagem desse fato por darem aos seus clientes a idéia de que estão fazendo isso -- como tomar pílulas de vitaminas, preparar alimentos especiais, meditar e coisas do gênero. A atividade pode trazer uma melhora psicológica, mas acreditar em coisas falsas tende a cobrar um preço alto em troca. O preço pode ser financeiro, psicológico (quando a desilusão entra em cena) ou social (desviar-se de atividades mais construtivas).

"Pense por você mesmo."

Charlatães estimulam as pessoas a menosprezarem a evidência científica (as quais eles não podem produzir) em favor das experiências pessoais (as deles ou as de vocês). Mas a experiência pessoal não é a melhor maneira de determinar se um método funciona. Quando alguém se sente melhor após ter utilizado um produto ou um procedimento, é natural dar crédito para o que quer que se tenha feito. A maioria das doenças são auto-limitadas, e mesmo condições incuráveis podem ter uma variação diária suficiente para permitir que os métodos do charlatão ganhem muitos seguidores. Além disso, agir freqüentemente produz um alívio temporário dos sintomas (um efeito placebo). Por essas razões, a experimentação científica é quase sempre necessária para estabelecer se métodos de saúde são realmente eficazes. Experiências individuais raramente oferecem uma base para separar causa e efeito de coincidência. Tampouco as probabilidades de um tratamento funcionar podem ser determinadas sem acompanhar os participantes em um estudo bem conduzido e tabulando tanto os fracassos como os sucessos -- algo que os charlatães não fazem. 

"O que você tem a perder?"

Charlatães e empurradores de vitaminas gostariam que você acreditasse que seus métodos são inofensivos e deste modo não há nada a perder em experimentá-los. Com vitaminas usadas como um "seguro nutricional", por exemplo, muitas pessoas se sentem como se estivessem fazendo uma aposta em que tem pouco a perder e muito a ganhar. Se um método não funciona, a probabilidade de causar um dano físico realmente importa? Além disso, alguns métodos dos charlatães são diretamente prejudiciais; outros prejudicam por desviar as pessoas dos métodos comprovados. Todos desperdiçam o tempo e/ou o dinheiro das pessoas. 

"Se você apenas tivesse vindo mais cedo".

Esta frase é prática quando o tratamento falha. Encoraja os pacientes e seus sobreviventes a não encararem o fato de que consultar o charlatão foi um erro. 

"A ciência não têm todas as respostas."

Os charlatães usam este truque para sugerir que se olhe para além daquilo que a medicina científica pode oferecer, também sugerem que desde que a assistência médica têm limitações, eles também estão no direito de terem. A ciência médica não alega ter todas as respostas, mas sua eficácia continua a crescer porque o método científico oferece maneiras de encontrar mais respostas. A idéia de que as pessoas procurariam os tratamentos charlatanescos quando ficam frustradas pela inabilidade da ciência em controlar as doenças é irracional. O charlatanismo carece de respostas genuínas e não possui nenhum método para encontrá-las.

"Não tenha medo de experimentar."

Este conselho, que apareceu no Diretório da Saúde Holística 1993-1994 do New Age Journal, estava baseado no clichê  "o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra com o mesmo problema". Apesar desta declaração ser literalmente verdadeira, os métodos científicos nos possibilitam determinar quais métodos são mais prováveis de funcionar e quais não vale a pena tentar. Se um barril está repleto de maças que estão obviamente estragadas, faz sentido experimentar cada uma delas para ver se alguma presta?

"Vamos trabalhar juntos."

Este truque é usado para retratar os charlatães como "bom sujeitos" enquanto sugere que seus críticos não são. "Uma vez que a ciência não têm as respostas," eles podem dizer, "vamos deixar nossas diferenças de lado e trabalharmos juntos para o bem comum." O que seria ótimo se eles tivessem alguma coisa a oferecer além de promessas vazias. Os proponentes da "medicina complementar" (também chamada "medicina integrativa") alegam integrar a medicina científica com a "alternativa", usando o melhor das duas. Tem alguma utilidade adicionar métodos ineficazes com métodos eficazes? Faz sentido ir a alguém que usa o "melhor" de métodos ineficazes? É provável que alguém, cujos processos de raciocínio sejam ruins o suficiente para acreditar em certas coisas como a homeopatia, ofereça assistência médica de alta qualidade? Os profissionais "complementares" utilizam métodos confiáveis tão freqüente como deveriam? Pelo o que temos visto, as respostas para cada uma destas perguntas é não.  

"Mantenha uma mente aberta."

Charlatães se rotulam como inovadores e sugerem que seus críticos são rígidos, elitistas, imparciais e fechados a novas idéias. Na verdade, eles põem as coisas às avessas. A questão real é se um método funciona. A ciência oferece maneiras para julgar e descartar idéias infundadas. A ciência médica progride através de novos métodos que substituem os menos eficazes. Os métodos dos charlatães persistem enquanto permanecerem vendáveis. Mesmo após terem desaparecido, podem ainda serem glorificados.  

"Por que você não limpa sua própria casa!"

Este tipo de declaração vem a tona freqüentemente em debates entre profissionais científicos e "alternativos", normalmente quando o último não é médico. Seu objetivo é retratar o crítico como um intrometido ou um rancoroso. Um truque favorito é, "Por que vocês não fazem alguma coisa em relação as cirurgias desnecessárias?" A resposta simples é que as falhas da assistência médica não justificam qualquer forma de charlatanismo. Uma cirurgia desnecessária é um abuso de algo que funciona e é completamente diferente do charlatanismo, que é a utilização de coisas que não funcionam. Outra grande diferença é que o charlatanismo é organizado. Não existe nenhuma organização nacional dos "Cirurgiões Dedicados a Cirurgia Desnecessária", mas existem organizações nacionais dedicadas ao charlatanismo. Ainda mais, diferente dos membros da comunidade científica, os charlatães raramente criticam sua própria metodologia ou a de seus colegas. 

"Prove que estou errado!"

Charlatães tentam submeter a ciência às suas idéias por exigirem que seus críticos provem que eles estão errados. Ou podem dizer, "Como você sabe que não funciona se não experimentou?" Mas não existem recursos suficientes para testar toda idéia que é proposta; por esta razão, os cientistas tendem a se dedicar àquelas que parecem mais promissoras. Pelas regras da ciência, o ônus da prova cabe a pessoa que faz a alegação. Métodos não comprovados que carecem de uma razão plausível deveriam ser considerados inúteis até que se provem o contrário. A experiência pessoal não é um substituto para o exame científico. 

"Nós não temos dinheiro para pesquisas."

Quando acusados a respeito da falta de evidência científica para apoiar a causa que defendem, promotores do charlatanismo freqüentemente alegam que não têm o dinheiro para conduzir as pesquisas. Entretanto, a pesquisa preliminar não requer fundos ou mesmo muito esforço. Os ingredientes principais são observações clínicas cuidadosas, coleta de dados detalhados e acompanhamento por um período longo para "anotar dados". Defensores dos métodos "alternativos" quase nunca fazem qualquer uma destas coisas. A maioria que clama por pesquisa o faz como estratégia para atrair a simpatia do público. A última coisa que querem é um exame científico que pudesse provar que estão errados. Se um estudo científico é conduzido e traz resultados negativos, os proponentes invariavelmente alegam que fora conduzido impropriamente ou que os avaliadores foram parciais. Os proponentes dos pretensos produtos "naturais" (suplementos alimentares e ervas) freqüentemente se queixam que é difícil ou impossível se obter financiamento porque os produtos não podem ser patenteados e deste modo as companhias farmacêuticas tem pouco interesse em estudá-los. O que pode ser verdade para alguns produtos, mas certamente é inverídico para todos. Pense, por um momento, sobre a simples aspirina. Apesar de não ser possível patenteá-la, tem sido o objeto de milhares de estudos publicados.

"Estou ocupado demais fazendo com que pessoas doentes fiquem boas."

Charlatães usam esta resposta quando questionados a respeito do motivo de não terem tabulados seus supostos bons resultados e enviado-os para a publicação em um periódico científico. A pergunta chave, obviamente, é como você pode saber se um método funciona sem fazer anotações cuidadosas. A resposta correta é que simplesmente não se pode. Mesmo anotações simples podem oferecer informações significativas. Em 1983, um naturopata chamado Steve Austin visitou a Gerson Clinic e pediu para trinta pacientes com câncer que permitissem que ele acompanhasse seus progressos. Conseguiu acompanhar 21 pacientes através de cartas anuais ou telefonemas. Na marca do quinto ano, somente um ainda estava vivo (porém continuava com câncer); o restante havia sucumbido a doença. 

"Eles perseguiam Galileu!"

A história da ciência é marcada por momentos onde grandes pioneiros e suas descobertas foram recebidos com resistência. William Harvey (natureza da circulação sangüínea), Joseph Lister (técnica de anti-sepsia) e Louis Pasteur (teoria dos germens) são exemplos notáveis. Os charlatães de hoje audaciosamente alegam que eles também são cientistas a frente de seu tempo. Contudo, um exame mais profundo mostrará como isso não é verdade. Galileu, Harvey, Lister e Pasteur venceram seus opositores ao demonstrarem a solidez de sua idéias. 

"Liberdade de escolha na saúde"

Charlatães usam o slogan "liberdade de escolha na saúde" ("health freedom") para desviar a atenção para longe deles e em direção das vítimas de doenças com as quais somos naturalmente simpáticos. Os charlatães que insistem que "as pessoas deveriam ter a liberdade de escolher qualquer tratamento que queiram" gostariam que ignorássemos duas coisas. Primeiro, ninguém quer ser enganado, especialmente nas questões de vida e saúde.Vítimas de doenças não procuram tratamentos charlatanescos porque querem exercitar seus "direitos", mas porque foram enganadas a pensar que ofereciam esperança. Segundo, as leis contra as preparações inúteis não estão direcionadas contra as vítimas de doenças mas contra os promotores de terapias charlatanescas que tentam explorá-las. Estas leis simplesmente exigem que os produtos oferecidos no mercado da saúde sejam tanto seguros como eficazes. Se somente segurança fosse exigida, qualquer substância que não lhe matasse instantaneamente seria vendida ao crédulo.   

"Nós oferecemos alternativas."

Os promotores do charlatanismo são adeptos do uso de slogans e frases de efeito. Durante a década de 1970 popularizaram a palavra "natural" como uma palavra mágica de venda. Durante a década de 1980, a palavra "holístico" ganhou uso similar. A palavra do momento é "alternativo". Corretamente empregada, refere-se ao métodos que tenham valores iguais para um propósito em particular. (Um exemplo seriam dois antibióticos capazes de matar um organismo em particular). Quando aplicada ao métodos questionáveis, entretanto, o termo é mal empregado porque métodos inseguros ou ineficazes não são alternativas razoáveis à tratamentos comprovados. Por essa razão, colocamos a palavra "alternativa" entre aspas quando se refere a métodos não aceitos geralmente pela comunidade científica e que não tenham nenhuma base racional plausível. 

Referências

1. Clinical Oncology Group. New Zealand cancer patients and alternative medicine. New Zealand Medical Journal 100:110-113, 25 de fevereiro de 1987.
2. Astin JA. Why patients use alternative medicine: Results of a national study. Journal of the American Medical Association 279:1548-1553, 1998.

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Este artigo foi baseado principalmente em informações presentes no livro The Vitamin Pushers: How the Health Food Industry Is Selling Americans a Bill of Goods.

Quackwatch em português ||| Mais Características das Teorias do Charlatães (em inglês)

Este artigo foi revisto em 29 de novembro de 2003. 1